boletim adunifesp #extra (novembro de 2014)

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Boletim Adunifesp-SSind #Extra, gestão 2013-2015, publicado em 02 de novembro de 2014 Jornalista responsável: Rafael Freitas Projeto gráfico e diagramação: Rafael Freitas

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AAssssoocciiaaççããoo ddooss DDoocceenntteess ddaa UUnniivveerrssiiddaaddee FFeeddeerraall ddee SSããoo PPaauulloo

AAdduunniiffeessppSSeeççããoo SSiinnddiiccaall ddoo BBoolleettiimm AAdduunniiffeesspp

BBoolleettiimm AAdduunniiffeesspp ##EEXXTTRRAA ­­ 0022 ddee nnoovveemmbbrroo ddee 22001144 ­­ SSããoo PPaauulloo­­SSPP

Se podemos aprender com história, por queesperar que o tempo demonstre o alto preço da

falta de vontade política?

wwwwww..aadduunniiffeesspp..oorrgg..bbrr AAdduunniiffeesspp SSSSiinnddf

abemos que a história de umgoverno é implacavelmente escritadesde seus primeiros momentos. Eque em certa medida o conteúdo

pode ser calibrado pelas ações que sãoadotadas, tanto quanto pelas que sãoevitadas. Os contornos darãoinevitavelmente um retrato do que melhorrepresenta um governo. Ao contrário decontinuar acompanhando uma universidadena qual perduram o fisiologismo político, osprotocolos dos automatismos administrativose as concessões de toda sorte aos gruposestabelecidos, gostaríamos que a história daUnifesp pudesse ser dita, principalmente nosdois últimos anos, como uma profundaconstrução democrática, de administraçãocom participação e pluralidade e demanifesto respeito à transparência e aodebate. Entretanto, pouco tem sido feitonessa direção.

O programa da então chapa Plural eDemocrática propunha uma “Reforma doEstatuto visando maior pluralidade edemocracia (...) precedida de ampladiscussão a fim de implementar um processoestatuinte mais abrangente para a

democratização e transparência dasestruturas de gestão”.

Estamos às vésperas desta raraoportunidade que o congresso nos ofereceráde, juntos, deliberarmos paritariamente sobreo futuro da instituição, garantindo uma efetiva,inédita e histórica realização democrática.

A Unifesp ainda permanece comoterritório indefinido, com orçamento oscilante,com gravíssimos problemas de infraestrutura,de garantias de permanência estudantil, sobação de grupos privatistas, fragilidadesadministrativas de várias ordens, dependentede múltiplos tipos de apoio e assistência,material e imaterial, da USP e da Unicamp:bibliotecas, arquivos, museus, laboratórios,mas também congressos, grupos depesquisa, contato com intelectuais etc. Issopara não entrarmos no poço sem fundo dasnecessidades político­administrativas. Asalutar realização de audiências públicas nãotem tido a eficácia necessária, apesar decertos avanços pontuais.

Por outro lado, a realização, ainda quetardia, do Congresso da Unifesp poderá darinício a uma série de decisões mais ousadasque ajudarão a universidade a ter a vontade

S

EEDDIIÇÇÃÃOO EEXXTTRRAAOORRDDIINNÁÁRRIIAA

EExxppeeddiieenntteeAAdduunniiffeesspp­­SSSSiinndd ­­ AAssssoocciiaaççããoo ddooss DDoocceenntteess ddaa UUnniivveerrssiiddaaddee FFeeddeerraall ddee SSããoo PPaauullooGGeessttããoo 22001133­­22001144:: RRaauull BBoonnnneess HHeerrnnáánnddeezz ­­ PPrreessiiddeennttee;; VViirrggíínniiaa JJuunnqquueeiirraa ­­ VViiccee­­pprreessiiddeennttee;; AAnnttoonniiooMMiihhaarraa ­­ SSeeccrreettáárriioo­­ggeerraall;; JJuulliioo CCeezzaarr ZZoorrzzeennoonn CCoossttaa ­­ 11ºº SSeeccrreettáárriioo;; CCaarrllooss AAllbbeerrttoo BBeelllloo ee SSiillvvaa ­­ TTeessoouurreeiirrooGGeerraall;; MMaarrccooss FFeerrrreeiirraa ddee PPaauulloo ­­ 11ºº TTeessoouurreeiirroo;; MMaarriiaa GGrraacciieellaa GGoonnzzaalleess PPeerreezz ddee MMoorreellll ­­ DDiirreettoorraa ddeeRReellaaççõõeess SSiinnddiiccaaiiss,, JJuurrííddiiccaass ee DDeeffeessaa PPrrooffiissssiioonnaall;; FFrraanncciissccoo AAnnttoonniioo ddee CCaassttrroo LLaaccaazz ­­ DDiirreettoorr ddee IImmpprreennssaa eeCCoommuunniiccaaççããoo;; DDeenniillssoonn SSooaarreess CCoorrddeeiirroo ­­ DDiirreettoorr ddee PPoollííttiiccaa SSóócciioo­­CCuullttuurraall;; LLuuzziiaa FFááttiimmaa BBaaiieerrll ­­ DDiirreettoorraaCCaammppuuss BBaaiixxaaddaa SSaannttiissttaa.

EEnnddeerreeççoo:: RRuuaa NNaappoolleeããoo ddee BBaarrrrooss,, nnºº 884411,, VViillaa CClleemmeennttiinnoo,, SSããoo PPaauulloo­­SSPP.. CCEEPP 0044002200­­117766TTeelleeffoonnee//FFaaxx:: ((1111)) 55554499 22550011 // ((1111)) 5555772211777766 EEmmaaiill:: sseeccrreettaarriiaa@@aadduunniiffeesspp..oorrgg..bbrrPPáággiinnaa:: wwwwww..dduunniiffeesspp..oorrgg..bbrr FFaacceebbooookk:: AAdduunniiffeesspp SSSSiinndd

BBoolleettiimm AAdduunniiffeessppJJoorrnnaalliissttaa rreessppoonnssáávveell // RReeggiissttrrooss ffoottooggrrááffiiccooss// PPrroojjeettoo ggrrááffiiccoo // DDiiaaggrraammaaççããoo:: RRaaffaaeell FFrreeiittaass

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política de tomar o rumo da democratização,da pluralidade e da responsabilidade socialque necessitamos.

Para isso, será necessário considerar,sob a ótica desses princípios, a legislação quefoi aos poucos enrijecendo e tornando aUnifesp uma ilha cercada de problemas portodos os lados. Medidas parciais não terãopoder de reordenar a estrutura de poder eseus efeitos sobre os rumos da universidade,e pelas teses apresentadas já notamosmuitas propostas que não abordam os temascom profundidade.

Precisaremos juntos ter a visãoampliada para o centros nevrálgicos de ondeos atuais problemas emanam, proporsoluções duradouras que possam exigir dopoder executivo central a vontade política quea história ainda não pôde registrar comomedida ousada e necessária no sentido deum futuro melhor para todos e para todas.

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