introdução dissertativa - estatísticas

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GEOGRAFIA DO BRASIL Prof. André Tiago

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Trabalho apresentado dia 20/09

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Page 1: Introdução Dissertativa - Estatísticas

GEOGRAFIA DO BRASIL

Prof. André Tiago

Page 2: Introdução Dissertativa - Estatísticas

SITUAÇÃO DO TERRITÓRIO

Page 3: Introdução Dissertativa - Estatísticas

A LOCALIZAÇÃO DO BRASIL

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BRASIL: HORÁRIO DE VERÃO

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REGIONALIZAÇÃO DO BRASIL

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REGIONALIZAÇÃO DO BRASIL

SÉCULO XIX

1942

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REGIONALIZAÇÃO DO BRASIL

ANEXAÇÃO DO ACRE

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O BRASIL NA VISÃO DOS PAULISTAS

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RELEVO BRASILEIRO: IDADE E

ESTRUTURA GEOLÓGICA

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ESCALA GEOLÓGICA DO TEMPO

GERAL BRASIL ERAS

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ESCALA GEOLÓGICA DO TEMPO

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Page 22: Introdução Dissertativa - Estatísticas

TEORIA DA DERIVA

CONTINENTAL:

1915 - Alfred Wegener

Alfred

Wegener

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TEORIA DA TECTÔNICA DE

PLACAS:

1960 - Harry Hess e Jason Morgan

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Page 25: Introdução Dissertativa - Estatísticas

LIMITES DE PLACAS TECTÔNICAS E AS

“FALHAS DE TRANSFORMAÇÃO”

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DORSAL MESOATLÂNTICA

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RELEVO BRASILEIRO:

ESTRUTURA GEOLÓGICA

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RELEVO BRASILEIRO:

ESTRUTURA GEOLÓGICA

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RELEVO BRASILEIRO:

ESTRUTURA GEOLÓGICA

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Page 32: Introdução Dissertativa - Estatísticas

AROLDO DE AZEVEDO

RELEVO BRASILEIRO:

CLASSIFICAÇÕES

Page 33: Introdução Dissertativa - Estatísticas

AZIZ AB’SABER

RELEVO BRASILEIRO:

CLASSIFICAÇÕES

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RELEVO BRASILEIRO:

CLASSIFICAÇÕES

JURANDYR ROSS

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JURANDYR ROSS

RELEVO BRASILEIRO:

CLASSIFICAÇÕES

Page 36: Introdução Dissertativa - Estatísticas

RELEVO BRASILEIRO:

TOPOGRAFIA

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RELEVO BRASILEIRO: ALTIMETRIA ATUALIZADA

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ZONAS HIPSOMÉTRICAS DO BRASIL

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RELEVO DA REGIÃO NORTE: TOPOGRAFIA

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PERFIL DE RELEVO DA AMAZÔNIA CENTRO-OCIDENTAL

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RELEVO DA REGIÃO CENTRO-OESTE: TOPOGRAFIA

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RELEVO DA REGIÃO SUDESTE: TOPOGRAFIA

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Page 46: Introdução Dissertativa - Estatísticas

BACIA SEDIMENTAR DE SÃO PAULO

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RELEVO DA REGIÃO SUL: TOPOGRAFIA

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RELEVO DA REGIÃO NORDESTE: TOPOGRAFIA

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REGIÃO NORDESTE: PERFIL DO RELEVO

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PERFIS DO RELEVO BRASILEIRO

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PERFIS DO RELEVO BRASILEIRO

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PERFIS DO RELEVO BRASILEIRO

Page 55: Introdução Dissertativa - Estatísticas

SUPERFÍCIES DE ARRASAMENTO FORMADAS SOB CONDIÇÕES

CLIMÁTICAS SEMI-ARIDAS

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SUPERFÍCIES DE ARRASAMENTO FORMADAS SOB CONDIÇÕES

CLIMÁTICAS SEMI-ARIDAS

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SUPERFÍCIES DE ARRASAMENTO FORMADAS SOB CONDIÇÕES

CLIMÁTICAS SEMI-ARIDAS

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Page 59: Introdução Dissertativa - Estatísticas

MORROS-TESTEMUNHOS: inselbergues

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MORROS-TESTEMUNHOS: inselbergues

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MORROS-TESTEMUNHOS: inselbergues

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MORROS-TESTEMUNHOS: chapadas

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Page 65: Introdução Dissertativa - Estatísticas

PALEOPAVIMENTO

DETRÍTICO:

“Stone Line”

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AFLORAMENTOS ROCHOSOS

MATACÕES

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SUPERFÍCIE DE ARRASAMENTO FORMADA SOB CONDIÇÕES

CLIMÁTICAS ÚMIDAS

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MORROS-TESTEMUNHOS:

monadnocks

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RELEVO DE CUESTA

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RELEVO DE CUESTA

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GEOMORFOLOGIA COSTEIRA DO BRASIL:

COSTA SETENTRIONAL (LITORAIS BAIXOS, DUNAS E FALÉSIAS)

Page 74: Introdução Dissertativa - Estatísticas

CARACTERÍSTICAS DA COSTA BRASILEIRA - SETENTRIONAL

Litoral Norte – é também chamado de Litoral Setentrional e se estende da foz do rio Oiapoque, ou cabo Orange (PA), ao cabo de São Roque (RN). Seu primeiro trecho estende-se da foz do Oiapoque ao delta do rio Parnaíba. É um litoral de terras baixas e sedimentares. No Amapá, o litoral é pantanoso e aparecem inúmeras lagunas, em um terreno argiloso e com mangues. A foz do rio Amazonas é importante acidente desse litoral, apresentando inúmeras ilhas, destacando-se a de Marajó, com 47.964 km², a de Caviana e de Mexiana. No litoral do Pará e Maranhão, a linha costeira é mais recortada, aparecendo pequenas falésias. O destaque desse trecho litorâneo é o Golfão Maranhense, com a ilha de São Luís, cercada pelas baías de São Marcos e de São José. No segundo trecho, do delta do rio Parnaíba ao cabo de São Roque, a costa semi-árida está caracterizada por ser pouco recortada e pela presença de uma faixa de dunas. O clima semi-árido propicia a instalação de um grande número de salinas, as mais importantes do Brasil.

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Foz do Rio Amazonas – entre AP

e PA -Delta e estuário

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ILHA DE MARAJÓ

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ILHA DE MARAJÓ

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Golfão Maranhense e vista

parcial da Cidade de São Luís

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Lençois Maranhenses

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LENÇOIS MARANHENSES

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Delta do Rio Parnaíba – entre PI e MA

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FALÉSIA SEDIMENTAR DE MORRO BRANCO-CE

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GEOMORFOLOGIA COSTEIRA DO BRASIL: COSTA ORIENTAL

(MARES-DE-MORROS ,TABULEIROS, FALÉSIAS E ARRECIFES)

Page 85: Introdução Dissertativa - Estatísticas

Litoral Leste – ou Litoral Oriental, vai do cabo de São Roque (RN) ao cabo Frio (RJ). O trecho que se estende do cabo de São Roque à baía de Todos os Santos apresenta “barreiras”, em trechos onde o planalto interior chega diretamente junto ao mar, dando origem a costas altas com falésias. À pequena distância da linha litorânea, o primeiro trecho do Litoral Leste apresenta uma linha de recifes de arenito ou coralinos, muito perigosos para a navegação, por se elevarem apenas alguns centímetros acima da água. O nome da capital de Pernambuco, Recife, tem origem na existência dessas formações em seu litoral. No litoral sul baiano existem, mais afastados do continente, os recifes coralinos dos Abrolhos. Da baía de Todos os Santos ao norte do litoral do Espírito Santo, surgem trechos mais baixos, com lagunas separadas do mar por restingas, com extensos manguezais. No último trecho desse litoral, surge uma costa baixa e alagadiça, mas onde não faltam as pontas graníticas que ladeiam a baía de Vitória. O cabo de São Tomé e a baía de Vitória são os acidentes mais notáveis da área.

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MARES DE MORROS FLORESTADOS, AO LONGO DA RODOVIA

PE-60

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TABULEIROS COSTEIROS

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FALÉSIAS

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ARRECIFES

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ILHA DE ITAMARACÁ E COROA DO AVIÃO

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RECÔNCAVO E BAÍA DE TODOS OS SANTOS

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GEOMORFOLOGIA COSTEIRA DO BRASIL:

COSTA MERIDIONAL (COSTÕES E FALÉSIAS BASÁLTICAS )

COSTÕES

FALÉSIAS BASÁLTICAS

Page 93: Introdução Dissertativa - Estatísticas

Estende-se de Cabo Frio até a foz do arroio Chuí. O trecho desse litoral, que vai de Cabo Frio ao cabo de Santa Maria, em Santa Catarina, é caracterizado pela proximidade dos altos paredões que dão acesso ao planalto cristalino, na Serra do Mar. Em certos trechos, a escarpa se afasta para o interior, dando origem a extensas praias, restingas e lagoas costeiras. A Baixada Fluminense abriga as lagoas Feia, de Araruama, Saquarema e Marica, separadas ao mar por restingas. A baía de Guanabara abre-se na Baixada Fluminense, com um perímetro de 130 km e uma área de 412 km². Mais para o Sul, acha-se a Baixada Santista, de menor tamanho. O último trecho de nosso litoral se estende do cabo de Santa Marta à desembocadura do arroio Chuí. É uma costa baixa e arenosa, onde surge uma planície bastante larga, que abriga inúmeras lagunas, separadas do mar por restingas. Algumas lagunas se comunicam com o oceano através de um estreito canal, como acontece com a maior de todas, a lagoa dos Patos, com 10.000 km² de área. A lagoa Mirim está em contato com a lagoa dos Patos, através do canal de São Gonçalo, tendo uma área de aproximadamente 4.000 km².

Page 94: Introdução Dissertativa - Estatísticas

GEOMORFOLOGIA COSTEIRA DO BRASIL:

COSTA MERIDIONAL (COSTÕES E FALÉSIAS BASÁLTICAS )

COSTÕES

FALÉSIAS BASÁLTICAS

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BAÍA DA GUANABARA

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LAGOA RODRIGO DE FREITAS

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RESTINGA DE JACAREPAGUÁ

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RIAS DA BAÍA DE PARANAGUÁ

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HIDROGRAFIA DO BRASIL

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BACIAS HIDROGRÁFICAS BRASILEIRAS

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BACIAS HIDROGRÁFICAS BRASILEIRAS

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BACIAS HIDROGRÁFICAS BRASILEIRAS

Page 104: Introdução Dissertativa - Estatísticas

CARACTERIZAÇÃO DAS BACIAS HIDROGRÁFICAS:

AMAZÔNICA

É a maior bacia do mundo. Drena cerca de 6,5 milhões de km², dos quais 3,9 milhões situados no Brasil. Além do Brasil, banha: Guiana, Guiana Francesa, Suriname, Venezuela, Colômbia, Peru, Equador e Bolívia.

Os formadores da Bacia Amazônica são: Cordilheira dos Andes (oeste), Planalto das Guianas (norte) e Planalto Central (sul). É uma bacia de planície e oferece 20.000 km de percurso navegável, apesar da navegação ser pouco aproveitada. Mesmo sendo de planície, boa parte dos afluentes do Amazonas apresenta trechos encachoeirados nos planaltos, o que confere grande potencial hidráulico.

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Encontro dos Rios Negro e Solimões

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Encontro entre os rios Negro e Solimões - AM

Porto de Manaus

Margem do Rio Negro - Manaus

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Rio Negro em Manaus-AM

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Rio Negro em Manaus-AM

Page 109: Introdução Dissertativa - Estatísticas

Foz do Rio Amazonas - PA

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Estuário do Rio Amazonas-PA

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Pororoca

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Fenômeno da Pororoca

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BACIA AMAZÔNICA - ELEMENTOS

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DRENAGEM E DEGRAUS DA VEGETAÇÃO AMAZÔNICA

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Usina de Belo Monte-PA

(em implantação)

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Usina de Belo Monte-PA

(em implantação)

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Usinas do Rio Madeira-RO

(em implantação)

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CARACTERIZAÇÃO DAS BACIAS HIDROGRÁFICAS:

TOCANTINS-ARAGUAIA

É a maior bacia totalmente brasileira e a terceira em

potencial hidroelétrico, após a Amazônica e a do Paraná.

Possui a segunda maior usina totalmente brasileira,

Tucuruí, situada no curso inferior do rio Tocantins (PA), que

abastece com energia os grandes projetos minerais da

Amazônia (Carajás, Albrás, etc.).

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Vista Parcial do Rio Tocantins

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Vista Parcial do Rio Araguaia

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Ilha do Bananal, no Rio Araguaia: maior

ilha fluvial do mundo

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Ilha do Bananal

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CARACTERIZAÇÃO DAS BACIAS HIDROGRÁFICAS:

SÃO FRANCISCO

Drena cerca de 645 mil km² e é a segunda maior bacia totalmente brasileira. Além de apresentar grandes quedas-d’água e bom aproveitamento hidrelétrico (Usinas de Três Marias, Paulo Afonso, Sobradinho, de Xingó, etc.).

O Rio São Francisco possui um longo trecho navegável (Pirapora/MG-Juazeiro/BA) e desempenha importante papel regional no povoamento e na agropecuária realizados ao longo de seu curso e proximidades. O rio São Francisco nasce em Minas Gerais (Serra da Canastra) e deságua no Atlântico, onde serve de divisa entre Alagoas e Sergipe.

No passado, desempenhou importante papel na expansão da pecuária e na integração nacional (Sudeste-Nordeste).

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Vista Parcial do Cânion do São Francisco - Sergipe

Foz do Rio do São Francisco – SE/AL

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CARACTERIZAÇÃO DAS BACIAS HIDROGRÁFICAS: PLATINA

Drena cerca de 17% do território brasileiro e é formada pelas bacias dos rios Paraná, Paraguai e Uruguai. Banha terras do Brasil, Bolívia, Paraguai, Argentina e Uruguai.

Bacia do Paraná – é uma bacia planáltica com grande potencial hidrelétrico e a mais aproveitada no Brasil para a produção de eletricidade. Nela está situada a maior usina hidrelétrica no mundo, em operação (Itaipu), um consórcio binacional entre Brasil e Paraguai. A maior parte da energia consumida nas regiões Sudeste e Sul é oriunda da bacia do Paraná. Apesar de planáltico, o rio Paraná apresenta um longo trecho navegável (Urubupungá-Guaíra).

A bacia do Paraná se transformou, com a implantação da hidrovia Tietê-Paraná, na espinha dorsal do Mercosul, isso só foi viabilizado com a construção das eclusas de Três Irmãos e Jupiá, que integra cinco estados brasileiros (PR, SP, MG, GO, MS) e os parceiros do Mercosul.

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Usina Hidrelétrica de Itaipu-PR

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CARACTERIZAÇÃO DAS BACIAS HIDROGRÁFICAS: PLATINA

Bacia do Paraguai – bacia de planície que banha a planície do Pantanal; é utilizada principalmente pela navegação em território brasileiro e paraguaio. O principal porto é o de Corumbá (MS). Pelo rio Paraguai, o Brasil escoa principalmente minério de manganês e produtos agropecuários.

Bacia do Uruguai – drena cerca de 3% do território brasileiro. O rio Uruguai nasce pela fusão dos rios Canoas (SC) e Pelotas (RS), e serve de divisa entre o Rio Grande do Sul e Santa Catarina, Rio Grande do Sul e Argentina, Argentina e Uruguai. O curso superior do rio Uruguai é de planalto com aproveitamento hidrelétrico, e o curso inferior é de planície e navegável. O aproveitamento econômico desta bacia é pouco expressivo.

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Vista Parcial do Rio Paraguai-MS

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Vista Parcial do Rio Uruguai-RS

Page 133: Introdução Dissertativa - Estatísticas

HIDRELÉTRICAS NO BRASIL

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HIDROVIAS E PORTOS BRASILEIROS

Page 135: Introdução Dissertativa - Estatísticas

Hidrovias do Mercosul

Page 136: Introdução Dissertativa - Estatísticas

Hidrovia Tietê-Paraná

Page 137: Introdução Dissertativa - Estatísticas

Esquema de Eclusa

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Eclusa de Três Irmãos – Rio Tietê

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BACIAS HIDROGRÁFICAS NORDESTINAS

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Vistas Parciais do Rio Parnaíba

Page 141: Introdução Dissertativa - Estatísticas

Transposição do São Francisco - projeto

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Page 143: Introdução Dissertativa - Estatísticas

AQUÍFEROS BRASILEIROS

Page 144: Introdução Dissertativa - Estatísticas

Aquífero Guarani

Page 145: Introdução Dissertativa - Estatísticas

CARACTERIZAÇÃO DO AQUÍFERO GUARANI

O Aquífero Guarani é o maior manancial de água doce subterrânea transfronteiriço do mundo. Está localizado na região centro-leste da América do Sul, entre 12º e 35º de latitude sul e entre 47º e 65º de longitude oeste e ocupa uma área de 1,2 milhões de Km², estendendo-se pelo Brasil (840.000l Km²), Paraguai (58.500 Km²), Uruguai (58.500 Km²) e Argentina (255.000 Km²).

Page 146: Introdução Dissertativa - Estatísticas

CARACTERIZAÇÃO DO AQUÍFERO GUARANI

Sua maior ocorrência se dá em território brasileiro (2/3 da área total), abrangendo os Estados de Goiás, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, São Paulo, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul.

Esse reservatório de proporções gigantescas de água subterrânea é formado por derrames de basalto ocorridos nos Períodos Triássico, Jurássico e Cretáceo Inferior (entre 200 e 132 milhões de anos). É constituído pelos sedimentos arenosos da Formação Pirambóia na Base (Formação Buena Vista na Argentina e Uruguai) e arenitos Botucatu no topo (Missiones no Paraguai, Tacuarembó no Uruguai e na Argentina).

Page 147: Introdução Dissertativa - Estatísticas

Aquífero Guarani - em perspectiva

Page 148: Introdução Dissertativa - Estatísticas

Aquífero Alter do Chão

Page 149: Introdução Dissertativa - Estatísticas

O Aquífero Alter do Chão é o que apresenta o maior volume de

água potável do mundo. A reserva subterrânea está localizada

sob os estados do Amazonas, Pará e Amapá e tem volume de

86 mil km³ de água doce, o que seria suficiente para abastecer

a população mundial em cerca de 100 vezes, ainda de acordo

com a pesquisa. Um novo levantamento, de campo, deve ser

feito na região para avaliar a possibilidade de o aquífero ser

ainda maior do que o calculado inicialmente pelos geólogos.

Em termos comparativos, a reserva Alter do Chão tem quase o

dobro do volume de água potável que o Aquífero Guarani - com

45 mil km³ de volume -, até então considerado o maior do país e

que passa pela Argentina, Paraguai e Uruguai.

CARACTERIZAÇÃO DO AQUÍFERO ALTER DO CHÃO

Page 150: Introdução Dissertativa - Estatísticas

O LITORAL BRASILEIRO

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O LITORAL BRASILEIRO

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ZONAS CLIMÁTICAS

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MASSAS DE AR NA AMÉRICA DO SUL

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Page 157: Introdução Dissertativa - Estatísticas
Page 158: Introdução Dissertativa - Estatísticas

CONVERGÊNCIA INTERTROPICAL ATUANDO

SOBRE O NORDESTE BRASILEIRO

Page 159: Introdução Dissertativa - Estatísticas

FAIXA DE INSTABILIDADE PRODUZIDA PELO ENCONTRO DO

AR QUENTE E ÚMIDO DA AMAZÔNIA COM UMA FRENTE FRIA

VINDA DO ATLÂNTICO

Page 160: Introdução Dissertativa - Estatísticas

SISTEMAS ATMOSFÉRICOS

INFLUENTES NO CLIMA

BRASILEIRO

Page 161: Introdução Dissertativa - Estatísticas

CLIMAS DO BRASIL

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Climas do Brasil – classificação de Köppen

Page 163: Introdução Dissertativa - Estatísticas

Brasil - Temperatura média anual

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Page 165: Introdução Dissertativa - Estatísticas

CLIMOGRAMAS DO BRASIL

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CLIMOGRAMAS DO BRASIL

Page 167: Introdução Dissertativa - Estatísticas

CLIMOGRAMAS DO BRASIL

Page 168: Introdução Dissertativa - Estatísticas

CLIMOGRAMAS DO BRASIL

Page 169: Introdução Dissertativa - Estatísticas
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Page 171: Introdução Dissertativa - Estatísticas

FLORESTA AMAZÔNICA

Page 172: Introdução Dissertativa - Estatísticas

FLORESTA AMAZÔNICA

Page 173: Introdução Dissertativa - Estatísticas

MATA ATLÂNTICA

Page 174: Introdução Dissertativa - Estatísticas

CERRADO

Page 175: Introdução Dissertativa - Estatísticas

CERRADO

Page 176: Introdução Dissertativa - Estatísticas

PANTANAL

Page 177: Introdução Dissertativa - Estatísticas

CAATINGA

Page 178: Introdução Dissertativa - Estatísticas

CAATINGA

Page 179: Introdução Dissertativa - Estatísticas

MATA DOS COCAIS

Page 181: Introdução Dissertativa - Estatísticas

BABAÇU - COCAIS

Page 182: Introdução Dissertativa - Estatísticas

MATA DOS PINHAIS - ARAUCÁRIAS

Page 183: Introdução Dissertativa - Estatísticas

CAMPOS SULINOS

Page 184: Introdução Dissertativa - Estatísticas

RESTINGA

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MANGUE

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O “DESERTO” BRASILEIRO – LENÇÓIS MARANHENSES

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Page 198: Introdução Dissertativa - Estatísticas

DEMOGRAFIA - BRASIL

Page 199: Introdução Dissertativa - Estatísticas

DEMOGRAFIA - BRASIL BRASIL: CRESCIMENTO POPULACIONAL

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Page 203: Introdução Dissertativa - Estatísticas
Page 204: Introdução Dissertativa - Estatísticas

PIRÂMIDE ETÁRIA 2010 [BR] PIRÂMIDE ETÁRIA 2000 [BR]

Page 205: Introdução Dissertativa - Estatísticas

PIRÂMIDE ETÁRIA 2010 [BR]

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Page 207: Introdução Dissertativa - Estatísticas
Page 208: Introdução Dissertativa - Estatísticas
Page 209: Introdução Dissertativa - Estatísticas

DEMOGRAFIA - BRASIL ESPERANÇA DE VIDA AO NASCER

Page 210: Introdução Dissertativa - Estatísticas

DEMOGRAFIA - BRASIL

Page 211: Introdução Dissertativa - Estatísticas

DEMOGRAFIA - BRASIL

Page 212: Introdução Dissertativa - Estatísticas

DEMOGRAFIA - BRASIL

Page 213: Introdução Dissertativa - Estatísticas

DEMOGRAFIA - BRASIL

Page 214: Introdução Dissertativa - Estatísticas

DEMOGRAFIA - BRASIL

Page 215: Introdução Dissertativa - Estatísticas

DEMOGRAFIA - BRASIL

Page 216: Introdução Dissertativa - Estatísticas

DEMOGRAFIA - BRASIL

Page 217: Introdução Dissertativa - Estatísticas

DEMOGRAFIA - BRASIL

Page 218: Introdução Dissertativa - Estatísticas

BRASIL – PRINCIPAIS GRUPOS DE IMIGRANTES E ÁREAS DE FIXAÇÃO

Imigrantes Áreas de Fixação

Portugueses Praticamente em todo país, em especial no Rio de

Janeiro, com uma preferência pelas cidades em relação

ao campo.

Italianos São Paulo (capital e interior), Rio Grande do Sul e Santa

Catarina.

Espanhóis Principalmente São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais

e Rio Grande do Sul

Japoneses São Paulo, Pará, Paraná e Mato Grosso do Sul.

Alemães Santa Catarina, Rio Grande do Sul, Paraná, São Paulo e

Espírito Santo.

Eslavos Paraná (Curitiba, Ponta Grossa, Castro e Lapa)

Sírio-libaneses Quase todo o país, em especial nos centros urbanos.

Com certos destaque para São Paulo (capital).

Page 219: Introdução Dissertativa - Estatísticas

DEMOGRAFIA - BRASIL

Page 220: Introdução Dissertativa - Estatísticas
Page 221: Introdução Dissertativa - Estatísticas

DEMOGRAFIA – BRASIL [imigrações]

Page 222: Introdução Dissertativa - Estatísticas

DEMOGRAFIA – BRASIL [imigrações]

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DEMOGRAFIA – BRASIL [emigrações]

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DEMOGRAFIA – BRASIL [emigrações]

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DEMOGRAFIA – BRASIL [migrações internas]

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DEMOGRAFIA - BRASIL

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DEMOGRAFIA - BRASIL

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BRASIL: IDH

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BRASIL: IDH

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URBANIZAÇÃO - MUNDO

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URBANIZAÇÃO - BRASIL

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URBANIZAÇÃO - BRASIL

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URBANIZAÇÃO - BRASIL

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URBANIZAÇÃO - BRASIL

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URBANIZAÇÃO - BRASIL

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URBANIZAÇÃO - BRASIL

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URBANIZAÇÃO - MUNDO

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DISTRIBUIÇÃO DOS RECURSOS MINERAIS

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QUADRILÁTERO FERRÍFERO (MG)

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SERRA DOS CARAJÁS (PA)

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O CARVÃO MINERAL NO BRASIL

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ÁREAS DE PRODUÇÃO DE PETRÓLEO NO BRASIL

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BACIAS PETROLÍFERAS BASILEIRAS

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EVOLUÇÃO DA EXTRAÇÃO DE PETRÓLEO NO BRASIL

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O PETRÓLEO NO ATLÂNTICO SUL

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O PRÉ-SAL

SEGURANÇA DO PRÉ-SAL

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O GASODUTO BRASIL-BOLÍVIA

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4

Matriz Energética Brasileira

Fonte: Balanço Energético Nacional – Ministério das Minas e Energia - 2003

Oferta de Energia - 2002

Carvão Mineral e Derivados

6,6%

Hidráulica e

Eletricidade

14,0%Urânio e Derivados

1,8%

Outras fontes não-

renováveis

2,5%Derivados Cana-de-açucar

12,6%Lenha e Carvão vegetal

11,9%

Petróleo e Derivados

43,1%

Gás Natural

7,5%

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HIDRELÉTRICAS NO BRASIL

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HIDRELÉTRICAS NA REGIÃO NORTE

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PONTENCIAL HIDRELÉTRICO BRASILEIRO

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BRASIL: POTENCIAL HÍDRICO E POPULAÇÃO

(POR REGIÃO)

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CONSUMO DE ENERGIA NO BRASIL - 2003

FONTES

1Hidráulicas (Produzidas em Usinas Hidrelétricas) 37%

2 Derivados do Petróleo 32% Gás Engarrafado (GLP) Gasolina Querosene Óleo Diesel Óleo Combustível

3 Carvão Vegetal e Lenha 9%

4 Bagaço de Cana 7%

5 Álcool 4%

6 Carvão Mineral 3%

7 Gás Natural 2%

8 Outras Fontes 6%

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AGROPECUÁRIA

BRASILEIRA

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BRASIL:

INVESTIMENTOS

AGRÍCOLAS

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ÁREAS

AGRÍCOLAS

ESPECIALIZADAS

NO BRASIL

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PECUÁRIA: POR TIPOS

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Boi "Orgânico" Boi "Verde"

Criado a pasto sem agrotóxico. Criado a pasto sem agrotóxico.

Adubação verde (Sistema Agroecológico). Adubação verde e fertilizantes sintéticos

no pasto.

É proibido usar uréia. Uréia é permitida.

Confinamento somente 90 dias antes do

abate.

Confinamento somente 90 dias antes do

abate.

Suplementação com alimentos de origem

exclusivamente vegetal, dos quais 80%

orgânicos.

Suplementação com alimentos de origem

exclusivamente vegetal.

Sal mineral permitido. Sal mineral permitido.

Área de criação deve estar de acordo com

normas ambientais.

Áreas de criação devem seguir normas

ambientais.

Emprego de vacina apenas contra a febre

aftosa. No mais, apenas prevenção.

Pode-se usar medicamentos alopáticos

contra parasitas.

Antibióticos são proibidos. Recebe antibióticos, se necessário.

Transferências de embriões é proibida. É permitida a transferência de embriões.

Medicamentos homeopáticos, fitoterapia e

acumpuntura contra parasitas.

Medicamentos alopáticos são

empregados.

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A ESTRUTURA FUNDIÁRIA BRASILEIRA

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A ESTRUTURA FUNDIÁRIA BRASILEIRA

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A POSSE DA TERRA

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Cinco commodities garantem 43% da exportação do Brasil

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RENDA PER CAPITA

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UNASUL

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